Eduardo Braga relata Orçamento de 2027
Senador Eduardo Braga assume relatoria-geral do projeto de lei do Orçamento para 2027.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi confirmado nesta terça-feira (3) como o relator-geral do projeto de lei do Orçamento para o ano de 2027. O anúncio oficial ocorreu após uma reunião entre líderes partidários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O projeto da Lei Orçamentária Anual, conhecida como LOA, chegou formalmente ao Congresso Nacional no mês de agosto sob o registro PLN 24/26. Contudo, antes que os parlamentares possam votar a LOA de 2027, a tramitação exige a apreciação prévia da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO de 2027, identificada como PLN 2/26. Atualmente, tanto a LOA quanto a LDO encontram-se em análise na Comissão Mista de Orçamento e ainda dependem de votação definitiva pelo plenário do Congresso Nacional.

Esta marca o retorno do senador ao cargo após quase uma década. É a segunda vez na trajetória política de Eduardo Braga que ele assume a relatoria-geral do Orçamento, sendo a primeira oportunidade registrada no ano de 2016.
Por meio de suas redes sociais, o parlamentar manifestou que sua atuação terá como foco principal a garantia de recursos financeiros para setores avaliados como essenciais. Entre as áreas destacadas pelo senador estão a saúde, a educação, a infraestrutura e a segurança pública.
Além disso, o relator-geral pontuou que sua condução à frente do projeto manterá firme o compromisso com o equilíbrio fiscal e a responsabilidade estrita com o dinheiro de cada cidadão brasileiro.
O que muda na prática: A fonte informa que o senador Eduardo Braga foi definido como relator-geral do Orçamento de 2027, tendo como foco garantir recursos para saúde, educação, infraestrutura e segurança pública, mantendo o equilíbrio fiscal. Como próximos passos, os parlamentares precisarão votar primeiro a LDO de 2027 (PLN 2/26) e depois a LOA (PLN 24/26), ambas atualmente em análise na Comissão Mista de Orçamento e pendentes de votação pelo Congresso Nacional; a fonte não detalha o impacto direto individualizado para os cidadãos além da destinação de recursos para as áreas essenciais citadas.
Com informações de Agência Câmara de Notícias. Leia a matéria original.
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