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Desemprego no Brasil cai para 5,3% e número de ocupados bate recorde de 103,3 milhões, diz IBGE

Pesquisa do IBGE aponta menor taxa de desocupação desde 2012, impulsionada pela construção civil e logística.

Desemprego no Brasil cai para 5,3% e número de ocupados bate recorde de 103,3 milhões, diz IBGE

A taxa de desocupação no Brasil recuou para 5,3% no trimestre móvel encerrado em julho de 2026, atingindo o menor patamar de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma redução de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em abril (5,8%) e uma queda frente aos 5,6% registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com os dados oficiais divulgados pelo instituto, a população ocupada no país bateu recorde absoluto, alcançando a marca de 103,3 milhões de trabalhadores no mercado formal e informal.

O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, excluindo os empregados domésticos, também bateu marca recorde ao atingir 39,4 milhões de pessoas. Em contrapartida, a população desocupada caiu para 5,8 milhões de brasileiros, representando um recuo de 8% — equivalente a 503 mil pessoas a menos na fila do desemprego na comparação com o trimestre móvel anterior. A taxa composta de subutilização da força de trabalho reduziu-se para 13%, englobando 14,9 milhões de pessoas subutilizadas, patamar significativamente inferior aos 13,8% do trimestre encerrado em abril.

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Segundo a análise técnica das pesquisas do IBGE, a expansão do nível de ocupação, que subiu para 58,9% da população em idade de trabalhar, foi impulsionada de maneira altamente expressiva por setores estratégicos da economia nacional. O segmento de construção civil destacou-se com a maior geração de oportunidades profissionais, impulsionado pela forte contratação de pedreiros e trabalhadores elementares na edificação de obras urbanas e habitacionais. Paralelamente, o agrupamento de transporte, armazenagem e correio registrou um crescimento expressivo de 5,4% na comparação anual, refletindo o avanço contínuo do ecossistema de entregas por aplicativos e serviços de logística integrada. De acordo com os dados estatísticos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Novo Caged, apresentados pelo Ministério do Trabalho e Emprego sob o comando do ministro Luiz Marinho, o mercado formal acumulou a criação de mais de 972 mil novos postos de trabalho com carteira assinada nos primeiros sete meses de 2026, mantendo o saldo geral da força de trabalho contratada no patamar histórico de 48,08 milhões de vínculos formais ativos em todo o país.

Apesar da retração no desemprego global e da expansão da ocupação, o levantamento do IBGE pondera que o rendimento médio real habitual do trabalhador permaneceu em relativa estabilidade, cotado em R$ 3.762. O valor apresentou uma pequena oscilação negativa de 0,7% em relação ao trimestre anterior, indicando que a aceleração das contratações ocorreu sem ganho real expressivo nos salários de entrada. Por outro lado, a massa de rendimento real habitual totalizou R$ 383,2 bilhões, sustentada pelo número recorde de trabalhadores ativos gerando renda em todo o território nacional.

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Economistas e analistas de mercado ressaltam que o comportamento recente reflete um mercado de trabalho dinâmico, impulsionado pela demanda doméstica aquecida e pelo setor de serviços. No entanto, o ritmo mensal de abertura de vagas formais desacelerou em julho, quando o Novo Caged registrou o acréscimo de 58.568 vagas com carteira assinada. O ministro interino do Trabalho e Emprego, Chico Macena, destacou que a conjuntura exige monitoramento constante, equilibrando o crescimento do emprego formal com a produtividade e a estabilidade das taxas de juros no ambiente econômico.

Representantes das centrais sindicais e entidades patronais observam com atenção o balanço entre formalização e informalidade, que atingiu 37,5% da população ocupada, englobando 38,8 milhões de trabalhadores sem cobertura formal completa. Além disso, o setor comercial debate a recente consolidação da Portaria nº 1.316 do Ministério do Trabalho e Emprego, que exige convenção coletiva prévia para o trabalho em feriados no

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ℹ️ Esta matéria foi produzida com o auxílio de inteligência artificial, com busca de informações em tempo real, sob curadoria editorial do TrickNet News 24/7.

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