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Estudos recentes revelam vulnerabilidade do bioma a eventos climáticos extremos e o Ministério do Meio Ambiente amplia relação de fauna em risco.

Amazônia sob Alerta: Novo El Niño Agrava Seca e Brasil Atualiza Lista de Espécies Ameaçadas
JORNALTRICKNETNEWS
AMAZÔNIA SECA
ESPÉCIES AMEAÇADAS

A Amazônia brasileira enfrenta um cenário de crescente preocupação ambiental com a confirmação do retorno do fenômeno El Niño em 2026. O novo evento climático agrava a situação de um bioma que ainda se recupera da severa estiagem registrada entre 2023 e 2024, impondo riscos adicionais à sua já frágil condição.

Um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) estima que mais da metade das áreas intactas da Amazônia, afetadas pela seca histórica anterior, pode não conseguir se recuperar totalmente mesmo após sete anos do evento extremo. A pesquisa, divulgada em julho, evidencia que o intervalo entre as crises climáticas está se tornando cada vez menor, reduzindo o tempo de regeneração da floresta.

Em paralelo, uma análise aprofundada do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), publicada no Journal of Biogeography em 20 de julho de 2026, revela que o impacto das mudanças climáticas atuais pode equivaler a 3,3 milhões de anos de transformações nas vegetações tropicais, ocorrendo em questão de décadas. Essa compressão temporal pode ter consequências destrutivas para o planeta.

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Diante deste panorama de desafios, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicou em 16 de junho de 2026 a Portaria MMA nº 1.704/2026, que atualiza a lista de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. A nova relação passa a reconhecer 790 espécies e subespécies como ameaçadas, um aumento significativo em comparação com as 764 espécies da lista anterior, de 2022.

A maior parte das espécies incluídas na lista de 2026 encontra-se na categoria Vulnerável (VU), seguida pelas categorias Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR). Entre os vertebrados terrestres, as aves continuam sendo o grupo mais afetado, com 248 espécies e subespécies ameaçadas, seguidas por répteis (123), mamíferos (103) e anfíbios (61). A atualização também destaca mamíferos como o camundongo-do-pinheiro-brasileiro (Deltamys araucaria), o macaco-barrigudo (Lagothrix lagothricha), o guigó (Callicebus nigrifrons) e o gato-palheiro-pampeano (Leopardus colocolo).

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A combinação da iminente intensificação de secas na Amazônia e a expansão da lista de espécies em risco sublinha a urgência de ações coordenadas. Especialistas e órgãos ambientais reforçam a necessidade de um monitoramento contínuo, políticas públicas eficazes de conservação e o combate às atividades humanas predatórias para mitigar os impactos e proteger a rica biodiversidade brasileira.

ℹ️ Esta matéria foi produzida com o auxílio de inteligência artificial, com busca de informações em tempo real, sob curadoria editorial do TrickNet News 24/7.

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